Derrama: Inquérito inclui mais dois deputados e prefeitos em esquema de fraude

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Ao todo, 24 pessoas foram presas acusadas de participar de um esquema de corrupção e desvio de recursos.
juiz Marcelo Menezes Loureiro, titular da Central de Inquéritos Especiais de Vitória, encaminhou para o Tribunal de Justiça o processo que investiga a fraude em licitações públicas descoberta durante a Operação Derrama. No inquérito, o magistrado sugere o indiciamento do presidente da Assembleia Legislativa, Theodorico Ferraço (DEM), do deputado José Carlos Elias, além dos prefeitos de Jaguaré, Rogério Feitane, e de Marataízes, Jander Nunes.

O processo foi remetido para o Tribunal de Justiça do Espírito Santo porque os envolvidos têm foro privilegiado. O teor da decisão não foi divulgado pelo Tribunal de Justiça e será encaminhado para análise de um desembargador por meio de sorteio.

Procurados pela reportagem, o deputado estadual Theodorico Ferraço (DEM) disse que não foi comunicado da decisão e que só iria se pronunciar após tomar conhecimento do assunto.

Já o prefeito de Marataízes também informou que não foi comunicado, mas reconheceu que a prefeitura possui contrato com a empresa que cobrava impostos das empresas de petróleo. Nunes informou que até o último dia 31 de dezembro não houve pagamento e nem arrecadação nesse sentido.

Ele ainda disse que foi pego de surpresa com a notícia, mas que está à disposição da Justiça para maiores esclarecimentos. O deputado José Carlos Elias e o prefeito de Jaguaré não foram localizados pela reportagem.

Derrama
Ao todo, 24 pessoas foram presas acusadas de participar de um esquema de corrupção e desvio de recursos. Estão presos os ex-prefeitos Guerino Luiz Zanon, de Linhares, Edson Magalhães, de Guarapari, Ananias Francisco Vieira, de Marataízes, Edival José Petri, de Anchieta. Ademar Coutinho Devens, Moacyr Carone Assad e Luiz Carlos Cacá Gonçalves, ex-prefeitos de Aracruz, também foram presos.

Todos continuam detidos no Quartel da Polícia Militar e no Complexo Penitenciário capixaba. Nenhum deles recebeu visita de parentes. Apenas alguns advogados estiveram no presídio para visitá-los.



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